As Leis Universais 4,5 & 6 (Correspondência; Karma; Retorno)
Olá a todos,
Hoje vamos continuar a falar das Leis Universais 😁
Hoje vamos continuar a falar das Leis Universais 😁
4- Lei da Correspondência
Esta Lei fala-nos da existência de uma correspondência. Assim no exterior como no interior. Através desta lei constatamos que o Universo à nossa volta é um reflexo do nosso Universo interior. Apesar de assim ser, enquanto seres humanos, muitas vezes, possuímos limitações ao reconhecimento do que existe no interior quanto mais à possibilidade de identificarmos que o exterior não passa de um reflexo do que existe dentro de nós.
Ao mudarmos a nossa frequência interior, conseguimos alterar o mundo à nossa volta. Quando mudamos de padrão mudamos de correspondência. Mudando o interior, mudamos a nossa vida.
5- Lei da Causa-Efeito/ Karma
Quando falamos desta Lei especificamente, entramos num mundo de situações que se interligam. Isto acontece por ser uma das leis mais conhecidas e inclusive, até, maltratadas, pois há uma tendência em descartar a nossa quota parte de responsabilidade, quando culpabilizamos o "Karma" por aquilo que nos acontece. No entanto, o "Karma" não tem responsabilidade de nada, a responsabilidade é inteiramente nossa tanto ao nível consciente como inconsciente.
Esta lei determina que tudo o que é criado gera uma resposta. Como vimos na lei da acção, tudo o que é criado (pensamento, emoção, palavra e acção) gera uma frequência. Esta vibração é emitida para o Universo e a resposta chegará em concordância com a energia que enviamos (tal como nos explica a lei da correspondência). Quando fazemos uma sementeira de macieiras não podemos esperar que nasça uma bananeira. Se semearmos ventos, colheremos tempestades. Se semearmos a paz, recolheremos a bonança.
A palavra karma significa "acção". A Lei do Karma é conhecida pela Física pela Lei da Causa-Efeito. Para toda a acção existe uma reacção. Assim, tudo o que fazemos (seja um pensamento, uma emoção, uma palavra ou um acto) cria os alicerces para a vida que construímos.
Para compreendermos plenamente a Lei do Karma, teríamos que ter um conhecimento maior sobre toda a história da nossa alma. Há aprendizagens que uns têm de ter, outros não, tudo isto se deve a uma razão maior, que dificilmente conseguiremos percepcionar pois nenhum de nós possuímos o conhecimento total da vida e os mistérios do Universo.
Por vezes, pequenas decisões acabam por ter grande importância na nossa vida, na vida dos que nos rodeiam e até, no Universo que fazemos parte.
Se tivermos uma visão egoísta da vida, vamos pensar apenas em nós. Quando assim o é, acabamos por condicionar os nossos relacionamentos e consoante as atitudes, até mesmo, o nosso planeta, o nosso Universo. Se eu for, por exemplo, dona de uma fábrica e o meu interesse assentar exclusivamente no lucro, dificilmente estarei preocupada com as condições de trabalho dos meus colaboradores, com o desperdício dos tóxicos resultantes da produção, descartando-os da forma mais "cómoda" possível. Assim, através da minha própria acção estarei a prejudicar o tudo, o todo, e claro, a mim próprio.
Podemos escolher as nossas atitudes, porém, não podemos fugir das consequências das mesmas. A aplicação máxima desta lei assenta no princípio "faz aos outros, apenas, o que gostarias, que a ti te fizessem".
Lei da Evolução / Propósito
Apesar de fazermos parte de um todo, cada um de nós, na sua individualidade, possui características próprias, únicas. Através destas características, que cada um de nós possui, temos uma forma exclusiva de agir no mundo. Quando compreendemos o propósito da vida, a nossa missão, conseguimos perceber qual é o nosso talento. O que nos destinge. O que conseguimos fazer de forma única.
Os nossos talentos têm um propósito e contribuem para a caminhada do nosso processo evolutivo. Tudo tem um propósito, uma razão para ser, exactamente da forma como é.
Lei da Hereditariedade
Quando nascemos no seio de determinada família, adquirimos algumas das características do núcleo no qual nos inserimos. Podemos ter semelhanças físicas ou psicológicas que se assemelham com um dos nossos pais ou parentes.
O factor de nascermos numa determinada família, também tem um propósito, uma razão de ser. A família costuma ser um dos nossos grandes desafios individuais pois é através dela que se realizam grande parte das aprendizagens essenciais à nossa evolução.
Quando algum dos nossos familiares (antecessores) não cumprem determinada aprendizagem, nós, enquanto sucessores, iremos ter, mais esse propósito para cumprir, mais essa aprendizagem. Normalmente isto verifica-se através da repetição sucessiva das mesmas histórias.
Além da informação genética que possuímos, herdamos também os sistemas de valores, as crenças que nos foram sendo incutidas ao longo do nosso crescimento, da nossa educação.
A Lei da Hereditariedade não assenta exclusivamente nas características físicas e psicológicas herdadas. O meio social no qual nos incluímos, acabam também por fazer parte desta herança que vamos recebendo pois a cultura onde nos inserimos condiciona, de forma determinante, a nossa noção da vida.
6 -Lei da Compensação/ Retorno
O que é oferecido de coração, com dádiva, acaba por nos ofertar mais do que aquilo que demos. Tudo o que fazemos aos outros, estamos a fazer a nós próprios pois a energia dos nossos actos, mais cedo ou mais tarde, irá retornar para nós.
O efeito visível do que temos dado à vida são as bênçãos que recebemos, as amizades, heranças, presentes, dinheiro, enfim tudo o que puder ser contabilizado como benéfico e compensatório ao nível perceptível. Por norma temos tendência a medir as coisas pelo parâmetro material, pelo palpável que conseguimos identificar. No entanto, as grandes compensações da vida vêm na forma imaterial, naquilo que o dinheiro não compra.
Tudo certo que todos necessitamos de um mínimo de estrutura que nos garanta a sobrevivência, porém, sem afectos, podemos ser as pessoas materialmente mais ricas deste mundo que seremos as mais solitárias e pobres.
O que doamos à vida irá retornar até nós. Dentro das inúmeras coisas que podemos ofertar, o importante é que o façamos com o coração. Se todos dermos um pouco do que temos (independentemente do que seja) teremos um retorno imediato expresso no sentimento que fica da dádiva desinteressada e o retorno a longo prazo, que poderá tardar (na nossa perspectiva) mas que chega, exactamente, na hora necessária.
Lei do Livre Arbítrio
O efeito visível do que temos dado à vida são as bênçãos que recebemos, as amizades, heranças, presentes, dinheiro, enfim tudo o que puder ser contabilizado como benéfico e compensatório ao nível perceptível. Por norma temos tendência a medir as coisas pelo parâmetro material, pelo palpável que conseguimos identificar. No entanto, as grandes compensações da vida vêm na forma imaterial, naquilo que o dinheiro não compra.
Tudo certo que todos necessitamos de um mínimo de estrutura que nos garanta a sobrevivência, porém, sem afectos, podemos ser as pessoas materialmente mais ricas deste mundo que seremos as mais solitárias e pobres.
O que doamos à vida irá retornar até nós. Dentro das inúmeras coisas que podemos ofertar, o importante é que o façamos com o coração. Se todos dermos um pouco do que temos (independentemente do que seja) teremos um retorno imediato expresso no sentimento que fica da dádiva desinteressada e o retorno a longo prazo, que poderá tardar (na nossa perspectiva) mas que chega, exactamente, na hora necessária.
Lei do Livre Arbítrio
Independentemente das circunstâncias nas quais nos encontramos, dos condicionamentos "externos" que enfrentamos, temos sempre a nossa "liberdade" (embora também esta seja condicionada). Digo isto pois nenhum de nós conhece a "verdade absoluta", assim, a nossa liberdade é sempre condicionada pelos condicionalismos conscientes e inconscientes, com os quais vivemos. Independentemente do grau de consciência que temos, somos sempre, os responsáveis pela realidade em que escolhemos viver.
Existem desafios com os quais teremos, obrigatoriamente, de nos confrontar. Porém, a forma como escolhemos viver o mesmo é da nossa inteira responsabilidade. A mesma situação pode ter dimensões muito distintas, consoante a pessoa que a vive. Assim, a nossa realidade não está condicionada à realidade em si, e sim à capacidade de análise do observador, ou seja, à nossa capacidade de passarmos pela experiência.
O livre arbítrio é o veículo, o karma, a aprendizagem. Teremos de viver a aprendizagem, porém, podemos escolher a forma como vamos fazer a viagem. 😉
Se o nosso livre arbítrio disser que não queremos esse caminho, e optarmos por fugir deste, estamos a negar uma aprendizagem, um ensinamento. Somos livres de fazer essa escolha, no entanto, ainda não cumprimos a lição. Assim, ela virá mais tarde, de outra forma (normalmente mais desafiante) para que desta vez, façamos outra escolha, e consigamos, de forma definitiva, interiorizar o ensinamento.
Lei da Sabedoria
Adquirir conhecimento, é o principal propósito da aprendizagem. Alcançar a sabedoria é o propósito do conhecimento. A ignorância é oposta à sabedoria e é também a grande responsável pelas desgraças humanas.
A sabedoria é um dos propósitos da vida. Ao longo da nossa vivência vamos lidando com diversos desafios, uns de maior outros de menor dificuldade. Podemos adquirir todo o tipo de conhecimento e de capacitação sobre inúmeros temas, no entanto, se não tivermos a capacidade de nos conhecermos a nós próprios, de nada valerá essa sabedoria pois no dia em que tudo "termina" neste plano, permanecemos na escuridão da ignorância da alma, aquela que transcende toda a matéria e que nos leva a encarnações sucessivas até que a sabedoria seja alcançada.
Lei do Amor
Tudo o que se move, move-se por e para o amor. A possibilidade de aprendermos com os desafios da vida é uma forma de amor (embora a nossa percepção individual possa ser distinta). Actualmente vivemos uma situação em que o nosso maior acto de amor é não expressar o mesmo, por meio de interacção física. Parecemos todos mais distantes, porém, isso é um acto de amor, semelhante ao amor com que o Universo nos apresenta cada desafio. 😉
Nem tudo o que brilha é ouro, nem tudo o que parece é. É necessário saber sentir com o coração, aceitar as aprendizagens e perceber que à primeira vez, a aprendizagem é sempre mais fácil.
O conceito do "amor" do Homem, em pouco se aproxima com o conceito da Lei do Amor. Amar verdadeiramente significa termos , em primeiro lugar, amor por nós próprios. Apenas desta forma somos realmente capazes de nutrimos amor por aqueles que nos rodeiam.
Quando não temos a capacidade de nos amarmos a nós mesmos, procuramos o amor nos outros, como forma de sustentabilidade. Esta busca além de ser ilusória, tende a não dar certo. A procura do amor no outro é algo fantasioso pois quando não existe amor-próprio esta falsa noção que construímos de “amor” tem de caber no nosso conceito, nos nossos padrões, na projecção que criámos do que seria o desejável, o amor ideal dentro da nossa própria fantasia.
💜
Petra Silva (Mytic Soul)

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